sábado, outubro 08, 2005

e...

e encontrar-me-ão algures no mundo...

quinta-feira, outubro 06, 2005

eleições

voto na CDU - a Ana merece e sempre mandará umas bocas ao Morão.
para a Junta de Castelo Branco, não votarei no PS: não gosto do tachista Neves.
e, depois, temos a campanha do Alegre...

quarta-feira, outubro 05, 2005

o mais belo texto da minha ausência

na noite, Céu, me procuro.
o amor é da errância: o manto azul, Céu, sonhou os seios de Odeceixe.
pressinto que o amor é a busca idealizada.
há um certo homem que me lê...
ele não escreve - porque é um ser como tantos...
eu assumo o meu sangue por um grande amor.
assumo a ausência das minhas filhas - é o confronto com o Kilimanjaro...

sou um ser errante. desejo ser feliz. sei que nunca serei feliz.
mas, Céu, o nosso manto azul, será eterno...
da razão da amizade

hoje, no fim do mundo, encontrei amigos de sempre.
vieram ao encontro.
sei que gostam de mim.
sei que a amizade é um valor eterno.
sei que a vida é assim...
poema último

na noite de sophia
rumorejo o silêncio de eugénio
a felicidade do sol da alma
na maresia de odeceixe

segunda-feira, outubro 03, 2005

s.vicente

na orla do mar do sol
o ocaso lembra as neves almejadas perdidas
sempre amámos a deusa de sophia
menina
Sporting

consegue ser pior do que Sócrates...

sábado, outubro 01, 2005

João Camilo

é, apenas, um dos maiores especialistas de Eça.
desvenda amores e mistérios.
tem um blog delicioso.
e é sportinguista, salgueirense, poeta...

sexta-feira, setembro 30, 2005

o sócrates, a manuela, o valter, e outras coisas,

conheço a Educação socialista - rosa, em vez de laranja.
o inglês está aí - para tuga ver.
é o sinal do tempo: a merda da minha escola tem 50 anos; o quadro tem 50 anos; o crucifixo tem 50 anos.
vivemos tempos, misteriosamente, complexos: o valter mete o inglês à bruta - mas o Cristo continua, impante e sofredor, nas paredes da caverna de Platão...
política tuga

há pessoas e vermes.
os vermes vendem a alma aos directórios.
vomitam arruaças e provocam vómitos nas pessoas.
pululam nesta merda de quintal.
eu, confesso, sinto-me enojado: sou um ser andante, solitário, habitante da noite: não aceito a mordaça de chefes merdosos...

quinta-feira, setembro 29, 2005

Manuel

na noite sibilas o vento que passa
o amanhecer de eugénio o amante de pijamas e das laranjas da foz
janeiro no gelo ensinará ao mundo o mar de sines de al berto
no mar de delfos
sophia vive