sábado, julho 19, 2003

PEDRO ABRUNHOSA

1. sim, é uma espécie de céu: doçura imagética, leveza melódica; tudo o que a nostalgia representa: para mim, para ti...
2. o espaço vazio de ti, do mundo, dos outros, de mim: pura viagem pelo vazio da cidade, pelo teu vazio...
3. anjo louco, profundamente irreal: como se fosse secreto-diria o Pedro...
4. o corpo como território final e irreal: sabemos que o corpo nos convoca, sabemos que é o nosso destino...
5. puramente genial: deixas em mim tanto de ti é o lema, um dos lemas, da nossa existência, das nossas existências... porque o amor é eterno-depois de ouvir esta canção...
6. o céu chama por ti, por nós... este poema é do mundo de Eugénio de Andrade-poeta do rigor luminoso e do orvalho matinal...
7. canção do vazio e do Porto; teremos os nossos portos de abrigo? esse porto de abrigo será o amor...?
8. a eternidade diária: a Vida como remissão, falsa, dos sonhos juvenis; afinal, a juventude é perene...
9. solidão pura e sombria; a luta contra a noite, contra o Mundo...
10.
11.ecos do amor e da Vida; afinal, a pessoa amada vive no poema, na canção, numa asa que voa a cada beijo teu... sinto que Pedro não perdeu aquela pessoa; como a sua arte, ela é eterna-ainda que parta sem dizer o nome... quando ouvimos esta canção de amor, somos todos donos do céu...
12.
13.
14. Manoel e Pedro: como um poema de Eugénio...