ecos de uma asa que voa
porque tu deixas em mim tanto de ti- diria o Pedro
Pessoa escreveu, há muitos anos, uma carta de amor. Pessoa seria um apaixonado pela folha em branco. Seria, também, uma apaixonado por Ophélia- ser triste e recôndito...
Pedro também escreve que sabe do vento onde te invento assim. E sabe das ruas que corremos sós...
Imagino uma bebedeira pessoana- cantada pelo Pedro. E imagino, ainda, que o Amor é a nossa derradeira aventura- tal qual a folha em branco...
Sei, contudo, que a Engrenagem, o Sistema, o Poder, nos aprisiona e tortura; chegámos ao terceiro milénio reféns do Estado...
Faremos como Saramago: fugiremos para o deserto e para o silêncio...
porque tu deixas em mim tanto de ti- diria o Pedro
Pessoa escreveu, há muitos anos, uma carta de amor. Pessoa seria um apaixonado pela folha em branco. Seria, também, uma apaixonado por Ophélia- ser triste e recôndito...
Pedro também escreve que sabe do vento onde te invento assim. E sabe das ruas que corremos sós...
Imagino uma bebedeira pessoana- cantada pelo Pedro. E imagino, ainda, que o Amor é a nossa derradeira aventura- tal qual a folha em branco...
Sei, contudo, que a Engrenagem, o Sistema, o Poder, nos aprisiona e tortura; chegámos ao terceiro milénio reféns do Estado...
Faremos como Saramago: fugiremos para o deserto e para o silêncio...

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