este tempo maravilhoso, o nosso,
vivo tempos maravilhosos e estimulantes.
corro os meus dias na corda-bamba.
o meu mundo, qual Atocha, explodiu: novos espaços-outros se anunciam.
há certas mentes putrefactas que não entendem o amor, a poesia e o suicídio como fluidos existenciais do devir.
o amor: Diana, sentada no Taj Mahal, espera por um poema.
a poesia: João Paulo II, a 13 de Maio de 82, rezou em Fátima meia hora em silêncio.
o suicídio: toda a vida de Pessoa.