quinta-feira, dezembro 09, 2004

a dor de todas as ruas vazias

sem o corpo, o poeta arremessou o ventre para a areia luminosa. a rua era larga e resplandecente, vazia, contudo. dos outros lados do Tempo, considerámos a plenitude desses olhares: a folha branca, outonal, desafia os corpos - e a sua luta.

muitas noites depois, lemos Sophia.