de manhã, a escrita é nua.
o corpo silencia o húmus da alma e das laranjeiras.
penso em Eugénio no leito da poesia - a sua morte - assim como a de Sophia.
e penso na felicidade dos seus versos, brancos e puros.
um dia, Eugénio, encontrarás Sophia...
por onde corre apenas o silêncio (eugénio de andrade)