segunda-feira, janeiro 31, 2005

a escrita nua

de manhã, a escrita é nua.
o corpo silencia o húmus da alma e das laranjeiras.
penso em Eugénio no leito da poesia - a sua morte - assim como a de Sophia.
e penso na felicidade dos seus versos, brancos e puros.
um dia, Eugénio, encontrarás Sophia...

2 Comments:

Anonymous Anónimo said...

This is very interesting site... »

2:18 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

That's a great story. Waiting for more. » »

1:31 da manhã  

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