viajante da noite, das noites
na noite, me desejo e me perco.
os tempos são caóticos.
o poema respira o sal do meu corpo...
na noite, me desejo e me perco.
os tempos são caóticos.
o poema respira o sal do meu corpo...
por onde corre apenas o silêncio (eugénio de andrade)
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