dia(s) do pai
ontem, dizem os entendidos, foi dia do pai. passei-o com a minha Jéssi boa - a menina que me afaga a ausência dos dias. a minha Cole (Nicole) insiste em permanecer distante - não entende o pai, fruto, penso, da adolescência por que passa. não me divorciei das minhas filhas - infelizmente, há adultos que não percebem estes sentimentos... tudo isto é revoltante: no divórcio, a mãe, quase sempre, fica com o poder sobre, na linguagem enternecedora de Júlio Machado Vaz, as crias.
a Justiça em Portugal é vil, rasteira, soez e fascista.
porque eu sinto os abraços da minha Jéssi - não é o tribunal que conhece os meus afectos, as minhas paixões, os meus amores, os meus difíceis amores...
ontem, dizem os entendidos, foi dia do pai. passei-o com a minha Jéssi boa - a menina que me afaga a ausência dos dias. a minha Cole (Nicole) insiste em permanecer distante - não entende o pai, fruto, penso, da adolescência por que passa. não me divorciei das minhas filhas - infelizmente, há adultos que não percebem estes sentimentos... tudo isto é revoltante: no divórcio, a mãe, quase sempre, fica com o poder sobre, na linguagem enternecedora de Júlio Machado Vaz, as crias.
a Justiça em Portugal é vil, rasteira, soez e fascista.
porque eu sinto os abraços da minha Jéssi - não é o tribunal que conhece os meus afectos, as minhas paixões, os meus amores, os meus difíceis amores...

2 Comments:
A Nicole, um dia, vai amar... e vai entender(-te)!
Cool blog, interesting information... Keep it UP »
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