a morte de um homem
morremos todos os dias. mesmo, e principalmente, nos momentos felizes - quando o azul parece eterno e o orvalho, infindo. o sofrimento é uma cura da alma: o Papa pensa-o e leva-o até à morte. como Jesus, sobe o Calvário e crucifica-se aos olhos do mundo - perante os olhos dos mundos mediáticos destes tempos que correm.
assumo: não gosto da ideologia deste reaccionário: as trevas são o seu mundo.
em comum, temos duas coisas: a morte - destino último- e Fátima, a imensa fé em Fátima - verdadeiramente, o Altar do Mundo, não o Vaticano onde a ciência procura dar dias a um velho que está morto...
a morte de um homem comum, filho de Deus como os homens comuns...
morremos todos os dias. mesmo, e principalmente, nos momentos felizes - quando o azul parece eterno e o orvalho, infindo. o sofrimento é uma cura da alma: o Papa pensa-o e leva-o até à morte. como Jesus, sobe o Calvário e crucifica-se aos olhos do mundo - perante os olhos dos mundos mediáticos destes tempos que correm.
assumo: não gosto da ideologia deste reaccionário: as trevas são o seu mundo.
em comum, temos duas coisas: a morte - destino último- e Fátima, a imensa fé em Fátima - verdadeiramente, o Altar do Mundo, não o Vaticano onde a ciência procura dar dias a um velho que está morto...
a morte de um homem comum, filho de Deus como os homens comuns...

0 Comments:
Enviar um comentário
<< Home