sexta-feira, maio 13, 2005

o séptimo céu

nessas noites, fomos felizes. fazíamos amor loucamente: pura paixão, delírio dos corpos sonhados.
não me arrependo do meu sonho: foi, é real: desafio esta corja de merda instalada na sociedade putrefacta a demonstrar que o amor não vale a pena!
hoje, vivo a maior solidão imaginável: a do amor!
mas, continuo a acreditar na força do amor: por ele, (sobre)vivo...

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Pois Carlos, mas nem só de amor vive o homem.
Também precisamos comer, conviver, ganhar algum dinheiro, blá, blá, blá.
Beijinhos

11:29 da tarde  

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