segunda-feira, junho 27, 2005

Céu

naquele tempo imemorial
no tempo das cerejas felizes
amámos o Tejo e o sangue de Lorca
Torga passadas as fogueiras de Blimunda
questionou os teus olhos e os teus seios
Rose, Jack ouvem os acordes da imortal orquestra
e o Kilimanjaro da neve eterna clama por mim
agora Eugénio e Sophia morreram
o amor eterno jaz nos corações unidos


1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

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3:04 da tarde  

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