improviso sobre o amor
é da noite sabes o sabor da escrita
o corpo que penetro não me pertencerá jamais
dou liberdade ao mundo
e a ti corpo da minha infância
não vivo no dilema do sangue
não aceito correntes e fascistas
na noite serei feliz
é da noite sabes o sabor da escrita
o corpo que penetro não me pertencerá jamais
dou liberdade ao mundo
e a ti corpo da minha infância
não vivo no dilema do sangue
não aceito correntes e fascistas
na noite serei feliz

1 Comments:
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