o mais belo texto da minha ausênciana noite, Céu, me procuro.
o amor é da errância: o manto azul, Céu, sonhou os seios de Odeceixe.
pressinto que o amor é a busca idealizada.
há um certo homem que me lê...
ele não escreve - porque é um ser como tantos...
eu assumo o meu sangue por um grande amor.
assumo a ausência das minhas filhas - é o confronto com o Kilimanjaro...
sou um ser errante. desejo ser feliz. sei que nunca serei feliz.
mas, Céu, o nosso manto azul, será eterno...